Hello boys and girls!
Hoje eu estou aqui na nossa coluna Teto de Vidro para falar um pouquinho sobre a nossa literatura atual. Se você não conhece ainda essa coluna e sobre o que ela fala, clique aqui e fique por dentro das informações do nosso site.
A leitura sempre foi o meu ponto de fuga dessa realidade tão distorcida que é a nossa sociedade. Livros me ensinaram tudo o que eu sei, formaram o meu caráter, a minha essência e eu não me lembro se houve alguma época na minha vida em que eu não estivesse agarrada a algumas páginas escritas. Esse hábito implantado em mim desde muito antes de eu nascer pela minha mãe, fez com que despertasse em mim esse desejo pela escrita que ainda me consome e me faz querer ser, em partes, uma escritora. Portanto, eu sou o tipo de pessoa que gosta de ler desde livros infantis de cinco páginas até aqueles mais grossos e confusos. Desde que tenha uma história que me atraia e surpreenda, dificilmente eu me negaria a ler algo.
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A leitura sempre foi o meu ponto de fuga dessa realidade tão distorcida que é a nossa sociedade. Livros me ensinaram tudo o que eu sei, formaram o meu caráter, a minha essência e eu não me lembro se houve alguma época na minha vida em que eu não estivesse agarrada a algumas páginas escritas. Esse hábito implantado em mim desde muito antes de eu nascer pela minha mãe, fez com que despertasse em mim esse desejo pela escrita que ainda me consome e me faz querer ser, em partes, uma escritora. Portanto, eu sou o tipo de pessoa que gosta de ler desde livros infantis de cinco páginas até aqueles mais grossos e confusos. Desde que tenha uma história que me atraia e surpreenda, dificilmente eu me negaria a ler algo.
Embora eu seja assim, os estudos sobre literatura nunca me atraíram. Eu sempre gostei de livros clássicos e históricos, de poesias, mas toda aquela lenga-lenga de estudar as características de cada momento histórico era um pé no saco! E pior do que isso era ver que as mesmas características voltavam a se repetir em tempos distantes, como se não surgissem coisas novas, pensamentos novos. Eu também pensava que tudo isso era uma coisa de passado distante, quando os livros não eram tão populares e somente os mais elitizados poderiam ler.
Porém, baseada nas minhas leituras atuais (que são as mais variadas possíveis, já que tudo que me indicam eu leio), tenho visto surgir uma característica importante em todos eles: a morte. Seja do herói ou heroína principal, seja daquele personagem menor, mas amado, ela está presente em algum lugar em todos os livros que tenho lido recentemente.De certo ponto de vista é interessante ver isso sendo construído e com certeza é muito melhor do que estudar sobre. Embora eu seja o tipo de pessoa que prefere ler livros com finais felizes, os tempos atuais tem me mostrado uma faceta nova da morte, que talvez até tenha feito com que eu goste dela.
A morte que foi durante algum tempo endeusada, estudada e até desejada ao longo de nossa literatura, é nos dias atuais vista como um sofrimento capaz de atrair multidões. Morrer por amor ou ver personagens queridos morrer, pode até causar certa ira nos leitores atuais, mas também torna toda a história ainda mais encantadora. Um grande exemplo é o livro A culpa é das estrelas, de sucesso mundial. A morte de Gus foi emocionante, trágica e incrivelmente surpreendente (já que todos esperavam a morte de Hazel). Fez muitos chorarem e se derramarem, sofrerem mesmo após o término do livro e por mais que toda a história do livro seja bela, acho que podemos afirmar que se Augustus não tivesse morrido, a história não seria tão linda assim. Mais exemplos podem ser obtidos ao citarmos outros tantos títulos conhecidos, como Convergente, A esperança, Cidade do Fogo Celestial, Harry Potter e muitos do Nicholas Sparks.
Porém, baseada nas minhas leituras atuais (que são as mais variadas possíveis, já que tudo que me indicam eu leio), tenho visto surgir uma característica importante em todos eles: a morte. Seja do herói ou heroína principal, seja daquele personagem menor, mas amado, ela está presente em algum lugar em todos os livros que tenho lido recentemente.De certo ponto de vista é interessante ver isso sendo construído e com certeza é muito melhor do que estudar sobre. Embora eu seja o tipo de pessoa que prefere ler livros com finais felizes, os tempos atuais tem me mostrado uma faceta nova da morte, que talvez até tenha feito com que eu goste dela.
A morte que foi durante algum tempo endeusada, estudada e até desejada ao longo de nossa literatura, é nos dias atuais vista como um sofrimento capaz de atrair multidões. Morrer por amor ou ver personagens queridos morrer, pode até causar certa ira nos leitores atuais, mas também torna toda a história ainda mais encantadora. Um grande exemplo é o livro A culpa é das estrelas, de sucesso mundial. A morte de Gus foi emocionante, trágica e incrivelmente surpreendente (já que todos esperavam a morte de Hazel). Fez muitos chorarem e se derramarem, sofrerem mesmo após o término do livro e por mais que toda a história do livro seja bela, acho que podemos afirmar que se Augustus não tivesse morrido, a história não seria tão linda assim. Mais exemplos podem ser obtidos ao citarmos outros tantos títulos conhecidos, como Convergente, A esperança, Cidade do Fogo Celestial, Harry Potter e muitos do Nicholas Sparks.
Na vida real nenhuma morte é bem vinda, até mesmo eu que a vejo com naturalidade tenho que concordar, mas na literatura a morte causa comoções. O herói é o máximo, lindo, carinhoso, corajoso... incrivelmente perfeito em vida, mas se ele morre ele se torna o mártir e sua memória fica ainda mais gravada entre nós. É essa morte que causa um traumatismo craniano no nosso psicológico nos fazendo querer entender porque, se não tinha outra forma, tentando imaginar outro fim para aquilo. A morte mexe com a nossa emoção de forma que até mesmo os mais céticos não conseguem ser irredutíveis a ela.
Podemos odiar a morte de certos personagens, odiar os autores por alguns momentos, mas nem por isso deixamos de amar a história. Passamos a ver os momentos bonitos que aquele personagem viveu antes de morrer como raros e os valorizamos ainda mais. E choramos, choramos por alguém que nem ao menos existiu, mas que era tão perfeito e que fez você se identificar tão bem... Só que ele morreu e isso não parece nada justo.
São por esses motivos que na literatura juvenil a morte é uma tendência. Não pensem que eu reprovo essa ocorrência ou quem quer que tenha lido (e amado) livros assim, até porque eu mesma passei por tudo isso, eu mesma me encantei e não mudaria essas mortes, porque ela fazem parte da história que esses autores criaram e são indispensáveis para todo o enredo. Na verdade, eu até admiro a capacidade de eles tem de criar um mundo totalmente novo e ainda ferrar com o nosso psicológico por dias. É difícil entender como uma mente pode ter essa capacidade tão brilhante de escrever as coisas mais perfeitas, capaz de fazer você querer viver naquele mundo que saiu do cérebro dele e até amar um cara que ele criou, mas que parece tão real. Como leitora e como escritora eu acho que a morte é uma realidade, pessoas morrem, ponto. Inclusive nos livros. E isso nos deixa doido, mas os livros que lemos não são contos de fadas, okay? E é por tudo isso que nós os amamos.
A verdade é que todos nós amamos aqueles livros que nos dão aquela ressaca literária e aquele grande vazio quando acabam, amamos aqueles que f*** com o nosso psicológico nos fazendo pensar no assunto por dias. São esses livros que viram os nossos favoritos. E quanto a morte? Acho que estamos aprendendo a lidar com ela.
P.S. Outra característica que tem surgido com força total são os vilões que são tão atraentes que nos fazem amá-los mais do que aos heróis, mas sobre isso eu irei falar no próximo post. Não perca!
Curtiu? Concorda, discorda? Tem algo a dizer sobre o assunto? Sua opinião é sempre bem-vida aqui no 100 Limites, portante não deixe de comentar. Não deixe de visitar a nossa página de downloads de livros e conhecer todos os citados aqui no texto.
Beijos e mordidinhas =)
P.S. Outra característica que tem surgido com força total são os vilões que são tão atraentes que nos fazem amá-los mais do que aos heróis, mas sobre isso eu irei falar no próximo post. Não perca!
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