Quando eu penso no Chorão e no Charlie Bronw Jr me lembro da
gente, porque foi você que me apresentou as músicas deles. Eu sempre fui o tipo
de pessoa meio perdida, alienada, nessas coisas de músicas, nunca conheci
realmente aqueles bons artista e suas músicas, mas foi com você que eu aprendi
a ouvir. Quando eu te perguntei qual era sua música preferida lembra? Você
disse “Uma criança com seu olhar” e eu nem sabia que música era! Só que eu
sempre me preocupei com as coisas que você gosta e fui procurar, que música
era, quem cantava… Fui aprendendo a gostar ao mesmo tempo, com as minhas
pesquisas e ao mesmo tempo em que você foi me mostrando cada música. Algumas eu
gostei, outras nem tanto, mas me apaixonei pelo estilo do Chorão. Uma fez no
face, dediquei “Longe de você” para você, quando a gente tinha terminado e,
cara, realmente aquela música fez toda a diferença para mim. E hoje, “Céu azul”
é o meu vício. Vício que eu dediquei no face para você, vício que é o toque do
meu celular e que interrompeu a gente no sábado na sua casa, quando a minha mãe
me ligou. Demorou para cair a ficha de que ele realmente tinha morrido e que
muitas músicas novas que ele poderia fazer para acompanhar outros momentos da
nossa vida “juntos” não existirão. Nunca mais terão músicas naquela voz que às
vezes reconheceu minha tristeza mais do que eu mesma. E quando eu me toquei
parecia que a morte dele era como o fim da nossa história, porque ele fez parte
dela integralmente. E eu chorei (você sabe que eu choro por tudo), chorei pela
morte dele, chorei por a gente estar separado, chorei como há muito tempo eu
não me permitia chorar. A morte dele não há como mudar, é uma coisa definitiva,
e acho que isso foi o mais perto que eu cheguei de perder alguém realmente
muito importante para mim. E a gente… ah, cara nem sei se tem como! Eu errei
tanto com você, eu não estava preparada, nem sei se estou hoje. Acho que na
verdade não era você que era imaturo para namorar e sim eu. Eu que me achei
forte, inteligente, madura demais, mas continuei cometendo os mesmos erros de
quando eu era menina. Hoje eu só queria que as coisas fossem mais simples, como
eram no passado. Quando era simplesmente estender a mão e você estava do meu
lado, te tocar, te abraçar onde fosse. Quando era simplesmente ouvir Charlie
Bronw e lembrar os momentos que eu tinha passado com você há menos de um
segundo atrás. Bem, eu não quero nem espero nada com esse texto aqui, eu apenas
precisava escrever o que eu estava sentindo e essa é a mais pura verdade. Eu
amo você e só queria que você me perdoasse pelas burradas que eu cometi e que
hoje me arrependo mais do que tudo. Infelizmente eu não posso voltar atrás e
mudar tudo, eu só posso pedir que a vida me ensine a ser melhor e me dê a
oportunidade de estar com você.
“Acho que metade da população mundial tem suas próprias certezas em relação ao amor e sexo. O que poucos sabem, é que existe uma diferença entre fazer sexo e fazer amor. Comecemos pelo sexo. O sexo é rápido, querendo ou não, as pessoas se prendem aquilo por alguns minutos e acabou. Sexo pode ser violento e misterioso. Sexo não exige muita dedicação, não existe cuidado, é apenas sexo. Troca de prazer. O sexo começa na mente. O ato de fazer amor começa alguns dias antes da própria transa. É uma junção de diálogo, carinho e convivência. Talvez mais da metade do mundo faça apenas sexo. Fazer amor, aí sim, existe dedicação, cuidado e convivência. Talvez seja exatamente por essa razão que pouquíssimas pessoas façam amor. Impressiona-me o fato de algumas pessoas transarem com 2 pessoas ao mesmo tempo. Isso é definitivamente estranho. Fazer amor, deve ser total atenção a pessoas que está com você e isso não é em uma hora de transa em um motel qualquer. A verdade é que poucas pessoas estã...
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